Until the world ends (Até que o mundo acabe)

Tudo bem que eu aprecio o idioma britânico, mas não significa que abandonei meu país. Eu agradeço a Deus pelo Brasil ser um país privilegiado e abençoado por ter um índice insignificante de fenômenos naturais, e artificiais: guerra. Não conseguia acreditar em Diabo até o Bush é Lucifermomento que li um artigo concernente a um americano investidor em catástrofes.

Existe quem invista em bolsas de valores, em projetos para acabar com a fome e a pobreza, em corrupção e até mesmo em mudanças insignificantes para melhorar a vida. Mas quando alguém investe contra ela, eu me revolto e fico chocado me perguntando como pode uma potência mundial gastar 190 bilhões de dólares em guerra se há, salvo engano, uma quantia em pessoas relativamente próxima a esse valor que sofre de fome nesse mundo. Como pode um cérebro humano, que é a máquina mais inteligente existente na terra, projetar burrices e criar pânico tão grande nas pessoas? Tudo bem que existe o bem e o mal e este é necessário para dar contraste à vida, mas o mesmo deveria apenas ser divino, não diabólico.

Começo então a acreditar que o inferno não está abaixo da terra, mas no mesmo patamar que ela. Estamos cotidianamente vivendo milagres, bençãos, paz, ao mesmo tempo que agonia, lágrimas e catástrofes. Ou Lúcifer perpetuou de corpos em corpos ou ele procriou, e sua última geração está tomando conta do universo. O brasil pode ser (ou será) alvo disso também quando o DEVIL não tiver mais onde atacar. Logo, nossa terra querida e maravilhosa será bombardeada a troco de petróleo, gás ou a desgraça que ele invente no momento para atacar o país. Infelizmente não posso fazer nada contra esse mal, exceto um protesto ou manifesto a pedido de paz mundial.

Posso também esperar que o mundo acabe. Só assim terei a certeza de que a paz mundial existirá um dia. Não precisarei mais escrever ou chocar-me com notícias como estas, sofrer pela empatia dos que estão morrendo e me contorcer de raiva do investidor burro (digo, Bush) que viciou no jogo WAR e agora pratica isso na vida real. Mas como esperar é entregar-se ao fracasso, enquanto eu estiver vivo lutarei contra esses atos desumanos. Esta guerra sim, eu invisto.

  1. 2 Comentários para “Until the world ends (Até que o mundo acabe)”

  2. Não posso deixar de concordar contigo!
    Como pode o Homem o seu semelhante por dinheiro (são quase sempre os interesses económicos que começam as guerras!) e deixar morrer outros à fome sem nada fazer?!
    Mundo estranho!

    Obrigado pela visita e “pingback” lá ao blog! Volte sempre!
    Abraço!

    Por G em 1 out, 2007

  3. Quando começo a pensar em que tipo de organismo a humanidade - se a considerarmos como um todo indivisível - forma, nas suas contradições e tudo o mais, chega a me dar cansaço…

    Abraços… vamos torcer para que, no futuro, se invista menos em guerra e mais em controle de natalidade.

    Abraços do Alessandro.

    Por Alessandro Martins em 28 dez, 2007



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