Assassinada na formatura
Por Fagner Souza on
junho 3, 2007
A noite continuava fria e chuvosa Jonata trancando em seu quarto ainda tentava desvendar o que teria acontecido naquele dia, não era possível que fosse coincidência, não daquele jeito. Na sua cabeça não sai à imagem daquele mascarado que invadiu a [bp]festa:543[/bp] de sua [bp]formatura:215[/bp] e matou a sua amada Rose.
Morta a sangue frio, entrou e matou, nem mesmo tentou roubar algo, seria alguma vingança? Rose uma pessoa [bp]doce:890[/bp], estudiosa, amiga de todos foi sua colega desde o inicio da faculdade de jornalismo e a partir do segundo semestre não se desgrudaram mais e com isso nasceu um amor que durava até a formatura, e agora tudo tinha acabado assim, sem explicação.
A chuva lá fora apertava e Jonata esticado na [bp]cama:211[/bp] tentando encontrar alguma pista do possível assassino pensava em tudo que Rose tinha feito nos últimos dias, mas não encontrava uma briga, uma discussão com qualquer pessoa.
Aos poucos as dúvidas e o sofrimento davam lugar à raiva. Jonata jurava a si mesmo - vou pegar esse cara - mas ao mesmo tempo doía no peito por lembrar que nunca mais veria Rose, e seus olhos enchiam de lagrimas.
No local da festa a polícia ainda investigava ninguém podia entrar no local, o inspetor Joaquim, ao qual comandava o caso, engatinhava fazendo o percurso do assassino a procura de qualquer coisa, um fio de cabelo, uma marca do [bp]sapato:986[/bp]. Mas nada conseguia encontrar era mesmo um profissional que estivera ali.
Jonata adormeceu e viveu novamente a festa em um sonho, um homem entrando mascarado atirando para cima, perguntado onde estava Rose, que quando apareceu o fez disparar três tiros a sangue frio e sair correndo. Mas agora algo lhe chamava atenção, na mão em que o assassino segurava a arma segurava também um [bp]terço:214[/bp].
Um assassino religioso?
Continua em breve.